quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Depressão infantil


Olá ! Demorei mais tempo para voltar ao nosso blog, mais o importante é que não desisti!
Hoje vamos falar de depressão infantil. Você já ouviu falar sobre?

Fiz algumas pesquisas sobre o assunto e encontrei o Dr. Gustavo Teixeira que nos explica com louvor, sobre o assunto.

Ele relata, que pouco tempo atrás não se imaginava que um transtorno incrivelmente incapacitante e grave como depressão pudesse acometer crianças e adolescentes!
Mais hoje, sabe-se que 1% das crianças em idade pré-escolar, e 2% das crianças em idade escolar, e aumenta para 6% na fase adolescente.

Crianças e adolescentes com depressão apresentam-se frequentemente com tristeza, falta de motivação, solidão e humor deprimido; ao mesmo tempo podem apresentar súbitas explosões de raiva, mostrando-se irritados, e podem se envolver em brigas, no ambiente escolar ou durante uma prática desportiva. 

Ela pode queixar-se de cansaço, falta de energia, dores de cabeça ou dores de barriga. Elas geralmente não conseguem se concentrar em sala de aula, há perda de interesse pelas atividades, falta de motivação, o pensamento e o raciocínio ficam lentos, e o resultado disso tudo é observado no boletim escolar. Elas também têm choro excessivo, baixa autoestima, e também sentimentos de culpa, e têm pensamentos de morte, e em casos mais graves pensa em suicídio.

Geralmente a causa da depressão pode vir de influências genéticas, associadas a fatores bioquímicos, hormonais e ambientais, estão relacionadas ao transtorno. Filhos que tem pais com depressão também podem apresentar mais chance de desenvolver o transtorno. Também o baixo aporte de serotonina e noradrenalina na fenda sináptica, área de comunicação entre as células nervosas. Mais vale lembra que a falta de estrutura familiar, stress familiar, cooperam para o aparecimento do transtorno e deve ser tratado assim que percebido pelos pais.

O que fazer?

O tratamento na infância e na adolescência envolve a associação de medicamentos antidepressivos, psicoterapias para a orientação de pais e professores. Uma boa terapia cognitivo-comportamental é recomendada.
Pais que percebem esse transtorno no filho (a) não precisam ficar apavorados, um pouco de carinho, dialogo atenção e um especialista da área, fará com que este quadro seja revertido, com um tratamento adequado, para cada criança.

É isso ai, espero que o post de hoje tenha ajudado tirar algumas dúvidas.


Um forte abraço!
Abiqueila Costa.

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