Olá ! Demorei mais tempo para voltar
ao nosso blog, mais o importante é que não desisti!
Hoje vamos falar de depressão
infantil. Você já ouviu falar sobre?
Fiz algumas pesquisas sobre o
assunto e encontrei o Dr. Gustavo Teixeira que nos explica com louvor, sobre o
assunto.
Ele relata, que pouco tempo atrás
não se imaginava que um transtorno incrivelmente incapacitante e grave como
depressão pudesse acometer crianças e adolescentes!
Mais hoje, sabe-se que 1% das
crianças em idade pré-escolar, e 2% das crianças em idade escolar, e aumenta
para 6% na fase adolescente.
Crianças e adolescentes com
depressão apresentam-se frequentemente com tristeza, falta de motivação,
solidão e humor deprimido; ao mesmo tempo podem apresentar súbitas explosões de
raiva, mostrando-se irritados, e podem se envolver em brigas, no ambiente
escolar ou durante uma prática desportiva.
Ela pode queixar-se de cansaço,
falta de energia, dores de cabeça ou dores de barriga. Elas geralmente
não conseguem se concentrar em sala de aula, há perda de interesse pelas
atividades, falta de motivação, o pensamento e o raciocínio ficam lentos, e o
resultado disso tudo é observado no boletim escolar. Elas também têm choro
excessivo, baixa autoestima, e também sentimentos de culpa, e têm pensamentos
de morte, e em casos mais graves pensa em suicídio.
Geralmente a causa da depressão pode
vir de influências genéticas, associadas a fatores bioquímicos, hormonais e ambientais,
estão relacionadas ao transtorno. Filhos que tem pais com depressão também
podem apresentar mais chance de desenvolver o transtorno. Também o baixo aporte
de serotonina e noradrenalina na fenda sináptica, área de comunicação entre as
células nervosas. Mais vale lembra que a falta de estrutura familiar, stress
familiar, cooperam para o aparecimento do transtorno e deve ser tratado assim
que percebido pelos pais.
O que fazer?
O tratamento na infância e na
adolescência envolve a associação de medicamentos antidepressivos,
psicoterapias para a orientação de pais e professores. Uma boa
terapia cognitivo-comportamental é recomendada.
Pais que percebem esse transtorno
no filho (a) não precisam ficar apavorados, um pouco de carinho, dialogo
atenção e um especialista da área, fará com que este quadro seja revertido, com um tratamento adequado, para cada criança.
É isso ai, espero que o post de
hoje tenha ajudado tirar algumas dúvidas.
Um forte abraço!
Abiqueila Costa.

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