segunda-feira, 20 de março de 2017

Até que a falta de dinheiro não nos separe...






Olá, pessoal!

Que tal falarmos agora sobre esse dilema que é bastante comum nos assuntos de famílias... O dinheiro!

Segundo estudos científicos, 85% dos casais são motivados a divorciarem por causa dele, o dinheiro de cada dia.

Quando a pessoa resolve entrar em um matrimônio, o principal objetivo é: “Ficar juntos, até que a morte os separe.” 

Muitos, cogitam a ideia de ficarem juntos, e nutrir o sentimento da paixão, do amor, mas é raro pensar em planejar o futuro a dois, financeiramente falando. Eu disse raro, pois alguns casais pensam, e em um momento de crise, podem lidar com a situação de forma tranquila. 

Algumas vezes, não planejar, pode dar certo. Quando isso acontece é quase como jogar na loteria. Não há sentimento que resista a constantes conflitos por causa dele.

A nossa cultura é construída numa ideia de que o homem é provedor e a mulher é a rainha do lar. Acredito que na época dos nossos avós, isso funcionava, pois não havia, a competição no mercado de trabalho, por exemplo. Continuar pensando assim pode ser um erro; pois geralmente algumas mulheres entram em um relacionamento esperando que somente o homem seja o provedor do lar e algumas vezes, ela acaba se frustrando. 

O mais sensato é que a mulher antes de se casar seja provedora da sua própria vida e não espere que o seu parceiro seja seu salvador financeiro, isso pode funcionar nos primeiros dias, nos primeiros anos, até que chega no limite de um ou de ambos.

Isto vale para homens também, pois existem muitos homens que querem uma mulher rica ou com vida estabilizada para sustentá-lo. Este tipo de relação pode dar certo enquanto a mulher está muito apaixonada, mas quando a paixão acabar, ela terá seus olhos abertos e os conflitos começarão e aquele amor, vai embora.

Outra situação é aquela que nenhum parceiro é independente financeiramente e os dois se juntam com o objetivo de lutar e "construir dinheiro". Conheço muitos casais que conseguiram vencer e construir uma bela família e hoje os dois estão bem de vida. 

Conheço também, casais que tentaram, mas não conseguiram chegar ao objetivo que planejaram juntos, um deles não suportou a falta de dinheiro e saiu da relação, pois só o amor, não foi capaz de pagar as contas, e fabricar sonhos.

Outros exemplos são os casos de mulheres que se anulam e preferem cuidar do lar, mesmo possuindo muito potencial para ser grande profissional, mais prefere dar oportunidade ao companheiro para estudar, por exemplo. A ideia é que ele cresça primeiro para que, depois da instabilidade, ela comece a investir em si mesma... O parceiro faz faculdade, se forma, começa a ganhar dinheiro e quando está num momento favorável no mercado de trabalho, começa sentir vergonha da companheira que se anulou para ajudar o parceiro a crescer. Afirmo que não é assim com todos os casais, mas é mais comum do que se imagina.

Existem muitos outros exemplos, mais foquei nos mais comuns. Perceba, que tudo isso acontece pois geralmente, ninguém faz um curso para se casar. Deveria até fazer, pois na verdade, casar demanda planejamento financeiro. É como começar uma empresa, e os "sócios" devem ter pelo menos noção de administração, pois habitualmente virão as responsabilidades, as contas...

Então o que fazer se a pessoa já casou sem pensar nisso?! Se a pessoa casou baseado apenas na emoção do momento? Será que ainda tem jeito?

Vamos descobrir algumas sugestões no próximo post... 

Aguardo você lá!

Um forte abraço.

Abiqueila Costa

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