quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Tiques.


Muitas crianças sofrem com este transtorno. Mais o que é transtorno de Tiques? Segundo os profissionais da área e baseado no artigo do Dr. Gustavo, são movimentos ou vocalizações que ocorrem subitamente, de maneira rápida, recorrente, não rítmica e involuntária.

Os tiques merecem atenção especial, pois seu caráter crônico pode prejudicar consideravelmente a vida da criança, afetando e atrapalhando suas interações sociais com outras crianças, e pode prejudicar a autoestima e seu desempenho acadêmico.

Tiques motores incluem piscar os olhos, encolhimento dos ombros, espasmos de pescoço e fazer careta, ou seja, são representados por outras contrações repetitivas e rápidas de agrupamentos musculares.

Tiques vocais
São vocalizações rápidas repetitivas como: Tossir, pigarros, fungar roncar, repetição de palavras, frases.

Tiques esporádicos
São comuns e estão associadas a estresse, crianças tímidas ou ansiosas são propensas a apresenta-las, mas elas desaparecem com o tempo e afetam 10% das crianças em idade escolar.

Tiques mais comuns

  •  Piscar
  •  Fazer caretas
  •  Erguer as sobrancelhas
  •  Torcer o nariz
  •  Contrair a boca
  •  Mostrar os dentes
  •  Girar a cabeça
  •  Torcer o pescoço
  • Encolher os ombros
  • Bater os pés
  •  Saltar
  •  Tossir
  • Pigarrear
  •  Fungar
  •  Estalar os lábios
  • Emitir sons de sucção
  • Soluçar
Quais as causas?

Estudos indicam fatores genéticos.
Alterações químicas do cérebro envolvendo neurotransmissores (substancias químicas que fazem a comunicação entre células nervosas).

O que fazer?

Caso desconfie que seu filho venha sofrendo deste transtorno, procure um psicólogo para diagnosticar o problema e lhe dar a melhor orientação de como ajudar a criança.
Dar suporte emocional a crianças ou ao adolescente, e orientação familiar e Terapia cognitivo – comportamental, pois ela auxilia no manejo dos tiques e ajuda na redução do estresse e na diminuição dos conflitos.
Fica mais essa dica ...
Um forte abraço!
Abiqueila Costa.


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